• Tudo pelo green card
A possibilidade de a Fiat produzir o novo Cinquecento na América Latina – quem sabe, em Betim – tem ambições continentais. Seria uma alternativa mais viável e a custos mais baixos para fazer o modelo entrar nos Estados Unidos, já que o dólar anda desvalorizado frente ao euro. O presidente da marca italiana, Sergio Mar-chione, garantiu que o subcompacto retrô vai ser vendido no mercado norte-americano, mas deixou no ar que o modelo também pode ser feito no México.
Aliás, o país da tequila também deve fabricar modelos da Alfa Romeo, segundo o próprio executivo. Corre na imprensa européia, porém, que a Fiat estaria em negociações com as três maiores montadoras ianques – General Motors, Ford e Chrysler – para viabilizar a entrada de sua marca de luxo no principal mercado de automóveis do mundo. Marchione, por sua vez, descartou uma aliança com a BMW para produzir modelos da Alfa em uma de suas unidades da fabricante bávara nos Estados Unidos.
• Substituição na cúpula
Mudança de comando na filial brasileira da Citroën. O atual presidente da marca no país, Sergio Habib, vai deixar o cargo no dia 30 de junho. No seu lugar entra Jean-Louis Orphelin, que atualmente é diretor de Operações de Comércio Internacional da fabricante francesa para América Latina e Central. Habib, hoje com 49 anos, assumiu o cargo em 2000, depois de atuar como importador oficial da marca no mercado brasileiro durante nove anos através da empresa IVXM.
Orphelin tem 61 anos, é formado em Economia e mestre em Administração de Empresas. Começou na Citroën em 1971 foi diretor geral de Marketing da montadora na França. Depois, assumiu as presidências da marca na Áustria e na Itália. Em 2002, passou a cuidar de suas operações internacionais no continente americano.
Oficialmente, Habib deixa a direção geral para cuidar de seu grupo empresarial. A saída do executivo, contudo, já era dada como certa desde o ano passado, após a chegada de Vincent Rambauld para assumir a PSA Peugeot Citroën Mercosul. Desde então, é Rambauld quem dá a última palavra não só sobre o grupo industrial PSA, mas também sobre as marcas.
• No rastro do Nano
A Mitsubishi entrou na onda de carros de baixo custo. A marca japonesa desenvolve um compacto para mercados emergentes, segundo revelou o próprio presidente da montadora, Osamu Masuko. A idéia é lançar o subcompacto mundialmente em 2010. O executivo não falou em preços ou motores, mas especula-se que o carinho vai custar por volta de US$ 7 mil e terá apenas motores 1.0.