Tribuna do Leitor

Bolhas de maldade


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Nos dias atuais há uma sobrecarga de maldade. Tornam-se raros e entediosos noticiários em que se ocorrem a inexistência de tragédias e aversões de regras. Mas ao contrário do que se possa imaginar, as raízes do mal não possuem data de nascimento e muito menos uma explicação lógica para defini-lo. Apesar da convivência com a maldade, desde a existência humana, a cada manifestação da mesma, toda uma sociedade é surpreendida e horrorizada. Seria possível evitar algo impalpável e indefinido?

Talvez sim; em um processo que envolve muito mais do que temor a Deus e confissões pecaminosas. O mal está dominando o cotidiano, porque as pessoas permitem-se serem conduzidas pela maldade, quando o bom senso e até uma pequena parte de educação somanda à inteligência deveria ser usada.

Por isso, muito mais do que estudo biológicos e de piscoanálises, é necessário uma boa seleção governamental, para que todos tenham acesso à educação, o que reduziria em grande parte a presente violência que não deixa de ser uma das milhares faces do mal e também uma das manifestações mais comum deste. Como dizia Hobbes: “O homem é o lobo do próprio homem”, o que reafirma que para se eliminar ou ao menos reduzir um mal, é válido tomarmos como ponto de partida nós mesmos.

Isabela Licursi Garcia da Costa

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