• Torneira toda fechada
Tem gente do governo avaliando que o prefeito Tuga Angerami exagera, e muito, no necessário acompanhamento de gastos mensais. Tudo bem que a lei fiscal exige que o atual prefeito não deixe restos a pagar em dezembro. Mas fechar a torneira não pode virar paranóia, porque a rosca espana e serviços básicos do dia-a-dia ficam sem solução. Será que o governo pensa em deixar uns R$ 10 milhões em caixa para o sucessor?
• Ainda faltam 8 meses
A “marca” de austeridade fiscal do atual governo não pode servir como sacrifício ilimitado imposto à população para necessidades básicas que podem e devem ser sanadas, porque o governo só termina em 31 de dezembro e até lá a cidade não pode esperar por serviços e benefícios básicos.
• Asfalto comunitário
De outro lado, não parece muito sustentável, em alguns dos casos, que o asfalto comunitário não seja liberado em porções suficientemente capazes de serem suportadas pelo caixa. Quem tem barro na frente de casa tem pressa e a prefeitura só arca, no máximo, com 25% do custo de cada quadra. Muitas ruas têm 100 de moradores dispostos a pagar pelo asfalto.
• Apoio a Clemente
O coordenador do PPS em Bauru, Arnaldo Ribeiro, assessor do deputado Arnaldo Jardim, informa que dirigentes de seu partido, juntamente com a direção do PRB, estiveram reunidos no último sábado no escritório político do pré-candidato Caio Coube (PSDB), onde avaliaram que o grau de credibilidade de José Clemente Rezende é um dos pontos fortes em sua escolha para vice na chapa.
• PSB líder em Rio Preto
Se a eleição para prefeito de Rio Preto fosse hoje, o pré-candidato Manoel Antunes (PSB) teria lugar no segundo turno com 48% das intenções de voto junto com Vaz de Lima (PSDB), que tem 16% da preferência. Isso se o candidato do PSB não for o deputado estadual Valdomiro Lopes, que aparece em seu cenário com 43% das intenções de voto. Os foram números apresentados ontem pelo jornal Diário da Região e o Instituto Ibope Inteligência aos eleitores.
• Publicação atrasada
A Câmara Municipal atrasou em muito as medidas necessárias à publicação do autógrafo que aplicou a revisão anual dos vencimentos aos servidores da Casa. Tem gente de olho torto com o presidente Paulo Madureira (PP), uma vez que no Executivo a situação, de cumprimento formal após a aprovação do projeto, foi encaminhada rapidamente.
• Reflexão de outubro
Quando a população, sobretudo da periferia, receber os candidatos a prefeito e cobrar por asfalto, guias e sarjetas, não pode, sob pena de repetir um erro primário, deixar de refletir que a falta de recursos para atender às carências, nesta fase, também é fruto de ações irresponsáveis dos últimos 20 anos. É preciso ter consciência de que prometer asfalto de graça fácil, difícil é governar de forma responsável.
• Efeito Sassá Mutema
Que o bauruense tenha a coragem de espantar das ruas, e das urnas, os milagreiros de frases feitas que, com sorrisos, abraços e uns churrascos para encher a barriga de quem precisa por um dia, costumam querer se valer de peças de ficção, tentando aplicar o golpe de Sassá Mutema na eleição.