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Notas 4


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• Batida virtual

Crash-test real é “onda” do passado. A moda agora é usar o computador. É assim que os engenheiros da Audi pretendem fazer este tipo de teste de segurança. E não é com qualquer computador: trata-se de uma “supermáquina” capaz de tornar as simulações de acidentes ainda mais precisas. O robusto material foi implementado na sede da marca das argolas de Ingolstadt, na Alemanha.

O equipamento tem um “cluster” - conjunto de 320 processadores ­- capaz de realizar o correspondente a 15 bilhões de operações por minuto. Segundo a montadora, que faz parte do Grupo Volkswagen, este é o mais rápido computador da indústria automotiva e um dos 150 mais ligeiros do mundo. Com esta tecnologia, torna-se possível analisar mais de 5 mil simulações por semana, entre crash-tests completos e testes especiais de componentes.

Mesmo com tanta precisão, os carros não serão poupados. Depois dos testes de computador, os modelos vão ser jogados impiedosamente em muretas nos crash-tests “reais”.

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