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Pit stop repudia exploração sexual infantil

Marcelo de Souza
| Tempo de leitura: 2 min

Diversas entidades se reuniram ontem, em vários pontos da cidade para alertar a população contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Além da panfletagem, as entidades fizeram o pit stop e o pedágio na Praça Machado de Melo e na esquina das avenidas Nações Unidas e Rodrigues Alves. A mobilização fez parte do Dia Nacional de Combate ao Abuso e á Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado hoje.

As atividades ocorreram entre 8h30 e 12h de ontem e contou com a participação da Secretaria do Bem-Estar Social (Sebes), Fundação Toledo (Fundato), através do Ciavi – Centro Integrado de Atenção às Vítimas da Violência, Conselho Tutelar, Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Sest/Senat, Polícia Militar, entre outras.

De acordo com a conselheira tutelar Roberta Cristina Venâncio, a aceitação da população foi muito boa às abordagens realizadas no Calçadão. “Muita gente nem sabia que havia um telefone para denúncias e estão recebendo bem nosso trabalho”, afirmou.

De fato as pessoas paravam e ouviam com atenção o que os conselheiros que estavam no Calçadão tinham a dizer. O industriário Fausto Pertines Pereira foi um dos que receberam o panfleto e elogiou o trabalho. “É excelente essa iniciativa. Não sabia que existia esse telefone para denúncias. É muito importante esse trabalho”, disse.

Em outro ponto, na Praça Machado de Melo, os veículos eram parados por uma policial militar, para que fosse feita a abordagem. A psicóloga Adriana Felix Providello do Ciavi afirmou que o objetivo maior é mobilizar a sociedade para o problema do abuso e exploração sexual das crianças e adolescentes. “Nossa intenção é fazer um programa de enfrentamento, Cada ano nós fazemos uma atividade específica e este ano resolvemos partir para a abordagem direta à população”, frisou.

O delegado titular da DDM, Dinair José da Silva, também participou do ‘pit stop’ na Machado de Melo. Segundo ele, não há números alarmantes na cidade de casos de exploração infantil, mas a polícia se mantém atenta, investigando sempre, para coibir os casos ao máximo. “É importante lembrar que as pessoas devem denunciar essa prática, sem medo. Não há necessidade de se identificar e vai colaborar muito com o trabalho da polícia”, destacou.

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