Cultura

Ponto final

Karla Beraldo
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Aos sobreviventes, que chegaram até a Estação, local da última atração da madrugada, algumas surpresas. Tido como o espaço mais alternativo da Virada, o público presente não aceitou de bom grado o funk que rolou enquanto aguardava Edgard Scandurra. Mas a desaprovação acabou assim que, por volta das 4h, o músico assumiu o mixer, misturando a música eletrônica ao som da sua guitarra. Ainda animada, Letícia Resende, que percorreu a Virada desde a abertura, não poupou fôlego para as atividades que ainda queria ver no domingo. “A programação dos shows este ano foi bem melhor, tive que aproveitar. E ainda não vou perder a Nação Zumbi amanhã”, pretendia no início da manhã de domingo.

Entre o público que curtia o som do guitarrista, estavam Pedro e Marcelo, do Cachorro Grande, que não quiseram saber de descansar depois do grande show que fizeram no começo da noite no Vitória Régia.

Por conta do número de pessoas que queriam entrar na Estação mas não tinham convite, a portaria foi liberada e o som rolou para lá das seis da manhã.

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