Auto Mercado

Notas 3


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• Rabecão de luxo

A Citroën lança no próximo dia 16 de junho, na Europa, a nova geração da station wagon média-grande C5 Tourer, derivada do sedã C5. Apresentada no Salão de Genebra, em março, a perua chega com ainda mais luxuosa do que a atual C5 Break e com novo design, que abandona as estilosas lanternas verticais em forma de parênteses e traz o conjunto horizontal que invade as laterais. A Citroën não confirma, mas o C5 Tourer chegará ainda este ao Brasil, com provável estréia no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro.

• Ativos contábeis

A Ford, que já sua a camisa para acertar suas finanças, agora ainda tem de ajeitar as contas da Volvo. A marca sueca, que pertence à fabricante norte-americana, registrou um prejuízo de US$ 151 milhões, aproximadamente R$ 250 milhões, nos primeiros quatro meses deste ano. Por conta do mau desempenho, a Ford está disposta a reduzir a produção da montadora. Como a corda arrebenta sempre do lado mais fraco, 700 funcionários das duas plantas da Volvo na Suécia devem perder seus empregos.

Mas as medidas da Ford estão sendo vistas como uma estratégia da montadora norte-americana para forçar a venda da marca. O grupo se livrou das fabricantes britânicas Aston Martin, no ano passado, e da Jaguar e da Land Rover, em março. A Ford, oficialmente, nega que queira se desfazer da Volvo.

• Ritmo acelerado

A Teksid do Brasil anunciou investimentos de R$ 100 milhões para expansão da produção de sua fábrica em Betim, Minas Gerais. A empresa, que faz parte do grupo Fiat e fabrica peças automotivas em ferro, pretende aplicar o dinheiro ao longo de dois anos para ampliar a capacidade de produção de 2,2 milhões de blocos de motores ao ano para 3,4 milhões.

A fábrica já tem capacidade de processamento de matéria-prima de 300 mil toneladas de aço por ano. Com o investimento, a intenção é que a fundição ultrapasse as 360 mil toneladas anuais. A Teksid resolveu ampliar os negócios de olho no grande crescimento da indústria automotiva brasileira, que só este ano aumentou 35,4% em relação aos quatro primeiros meses de 2007.

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