Regional

Jaú propõe à USP de Bauru área do Pólo Empresarial para extensão

Da Redação
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Jaú - O imenso complexo do Pólo Empresarial Jauense poderá abrigar uma extensão do câmpus de Bauru da Universidade de São Paulo (USP).

Após conhecer a área em Jaú (47 quilômetros de Bauru), o prefeito do câmpus da USP de Bauru, José Roberto de Magalhães Bastos, explicou que deverão ser feitas vistorias técnicas no local, inclusive com a elaboração de relatórios de custos para a instalação e a manutenção do prédio. Em seguida, a instituição irá elaborar um projeto para análise da diretoria da USP. O local possui 135 mil metros quadrados, onde funcionou a extinta Companhia Jauense Industrial.

O deputado federal José Paulo Tóffano (PV) recepcionou um grupo que discutiu a possibilidade. Do encontro, na última sexta-feira, participaram Bastos; a engenheira da universidade, Simone Berriel Joaquim Simonelli; o diretor da Participações Morro Vermelho, controladora do Grupo Camargo Corrêa, Miguel Schmidt; a gerente comercial do grupo, Donata Cardoso, e os vereadores de Jaú Carlos Alexandre Ramos (PT) e Carlos Alberto Bigliazzi Magon (PV).

Bastos deixou claro que o encontro representou o primeiro contato efetivo com o objetivo de tentar viabilizar a construção de uma extensão do câmpus de Bauru. “Nós estamos tentando buscar a melhor solução para a cidade e para o grupo”, afirmou. “A sociedade tem que sair ganhando.”

Atualmente, a unidade de Bauru oferece cursos gratuitos de graduação nas áreas de odontologia e fonoaudiologia. Contudo, segundo o prefeito do câmpus, a definição dos cursos a serem oferecidos em Jaú, no caso da concretização dessa parceria, levaria em conta a demanda econômica local e regional, sustentada em grande parte pelos setores calçadista e canavieiro.

O deputado Tóffano também avalia a vinda de uma extensão do câmpus da USP para Jaú com cautela. “O importante é que conseguimos dar o primeiro passo promovendo o encontro entre a Universidade de São Paulo e o grupo detentor da área”, afirma.

“O interesse pela extensão do câmpus de Bauru, assim como a demanda por vagas públicas, existe. O que falta agora é a realização de estudos que comprovem que o município possui estrutura para abrigar uma instituição do porte da USP”.

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