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‘Som Brasil’ relembra sucessos de Cazuza

Folhapress
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Se estivesse vivo, Cazuza seria hoje um cinqüentão. Mas tempo não foi problema para esse carioca, que morreu aos 32 anos, em julho de 1990. Com nove anos de carreira, Cazuza se foi deixando 126 composições, muitas delas consideradas hinos dos anos 80. Para homenagear a trajetória do músico, o “Som Brasil” (Globo) de hoje, no ar depois do “Programa do Jô”, à 1h25, reúne Ney Matogrosso, a cantora paulistana Ana Cañas, a banda gaúcha Bidê ou Balde e o cantor Toni Platão para um show repleto de sucessos.

Destaque da noite, Ney tem várias histórias sobre o amigo. “Na intimidade, ele era bem diferente do que parecia no palco. Era debochado, engraçado e crítico, mas tinha um lado doce que não abria para as pessoas”, conta. Para o artista, Cazuza faz falta para a música brasileira. “Não vejo mais nenhum compositor crítico como ele.”

Para Ana Cañas, Cazuza entrou para a história pela atualidade de suas canções. “Ele cantou assuntos universais”.

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