Tribuna do Leitor

Nossas ruas do Centro


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Todos nós precisamos sobreviver, sim! Estou falando dos camelôs que trabalham pelas ruas de nossa cidade, com suas barracas montadas pelo Centro da cidade. São centenas de pessoas que vivem nesse ramo de comércio, para o sustento de suas famílias, só que tem um porém! A prefeitura ou algum órgão competente tem que tomar uma providência e ver como os barraqueiros estão usando o passeio público na colocação de suas barracas. Está difícil se locomover nas ruas transversais entre a rua Batista e Primeiro, não tem mais espaços para nós transeuntes nos locomovermos. Tem tantas barracas naquele local e ainda eles colocam um toldo para proteger do sol, até parece que eles são os donos do pedaço, é um tal de pedir licença ou um empurra-empurra para seguir em frente, ou se arriscar nos acostamentos das calçadas e dividir os espaços com os carros que ali trafegam, e tem também tapumes com a propaganda das lojas para piorar ainda mais a passagem.

A prefeitura já fez um remanejamento desses camelôs e nada resolveu, a situação piorou, agora todos querem ocupar o mesmo espaço. Vamos convidar algum vereador que vá até o centro e nas ruas transversais para ele ver e sentir de perto o que nós passamos com tudo isso, ou estão esperando que haja um atropelamento para tomar alguma providência? Como se diz, vamos fechar a porteira antes que a boiada escape! As nossas ruas estão parecendo uma feira livre de tanto quiosque, tem cachorro-quente, água de coco, caldo de cana, e vendedores de cocada, de goiaba e bananas, e até queijo, e outras mercadorias perecíveis. A saúde pública precisa fazer um levantamento mais rigoroso sobre estas vendas desses produtos, para o bem da saúde pública.

Se não bastasse isso tem aqueles vivaldinos à cata dos aposentados mal informados oferecendo empréstimos de dinheiro a juros baixos, cuidado, ninguém dá colher de chá numa época dessas, todos querem tirar o seu em cima disso. Vamos todos sobreviver, mas honestamente! Respeitar os nossos semelhantes sem ganância, que o sol é para todos nós. Agora vamos esperar que algum vereador venha propor uma lei para acomodar esses camelôs numa área só para eles, e resolva esta questão, eu acho que em Jaú já foi sanada para o bem de todos, dos camelôs, em geral.

Florindo Martins

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