• Só intenção, BR Malls?
Bauru tem sido uma cidade singular quando o assunto é anunciar propostas e intenções e a distância que isso tem de se tornar realidade. Tudo bem que outras cidades também vivem a frustração de verem bons projetos inviabilizados, mas por aqui os fatos ganham outra dimensão porque Bauru busca o desenvolvimento e muitos deles têm parado em simples anúncios, como o do megashopping da BR Malls.
• Área urbana expandida
O empresário Renato Aiello esteve à frente da mobilização que envolveu a prefeitura, a Câmara Municipal e a própria opinião pública para que houvesse um rápido consentimento da cidade para o aumento da área urbana em mais de 300 alqueires às margens da rodovia Bauru-Ipaussu, com a âncora do megaempreendimento. Porém, tudo não passou de intenção por parte da BR Malls, à exceção da parte que cabia ao município. Agora o prefeito já fala em revogar a extensão da área urbana.
• Tarifa diferenciada
O Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo opinou pelo arquivamento da representação formulada pelo Sindicato dos Condutores (Sindtran) contra a fixação de tarifa diferenciada para o transporte coletivo. A Promotoria não vislumbrou ilegalidade na diferenciação da cobrança de R$ 2,00 para quem pagar em dinheiro e R$ 1,85 para quem comprar o cartão eletrônico. A medida valerá em setembro próximo.
• Alegria durou pouco
Nenezito, companheiro de sauna de Dudu Ranieri, estava sorridente e, logo em seguida, ficou triste, na Hípica, ontem à noite. É que chegaram correligionários comentando que se alguém tinha direito à eventual 16ª vaga na Câmara seria ele, pelo antigo PFL, e não Roque Ferreira (PT). Mas a alegria foi embora quando Nenezito ouviu os obstáculos jurídicos. Na verdade, tudo já foi para o arquivo do Legislativo.
• Bauruense por adoção
Uma leitora, parente do desembargador Francisco José Galvão Bruno, empossado no Tribunal de Justiça na semana passada, ligou para a redação para mencionar que o magistrado nasceu em Ourinhos. Bruno viveu desde muito jovem em Bauru, estudou no Ernesto Monte, foi bancário, Oficial de Justiça por aqui e formou-se em Direito pela ITE em 1978, um bauruense que a terra Sem Limites adotou, como muitos.
• Concurso de procurador
A Prefeitura decidiu não aguardar manifestação da Promotoria Pública a respeito de representação que busca anular a realização do concurso para procurador Jurídico. A reclamação é que haveria necessidade legal de manutenção de membro da OAB no grupo que coordenou o concurso. A prefeitura já nomeou os dois primeiros colocados no concurso.
• Argumento constitucional
A prefeitura argumenta que a intenção era contratar uma empresa terceirizada para promover o concurso, fato que levou à composição de uma comissão com a presença de representante da OAB. Mas depois houve a decisão pela realização do concurso sem a terceirização, resultando na formação de uma comissão de seleção diferente da anterior. A Prefeitura entende que a Constituição exige representante da OAB somente para concursos na área para o Distrito Federal e Estados.