Tribuna do Leitor

O livre arbítrio


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Entre nascer e morrer há uma linha tênue e curta. Nesse intervalo, as circunstâncias e acões ditam o rumo de um nome. Ao nascermos não possuimos nem virtude nem desonra, pois no interim escolhemos ser: bandido, ladrão, criminoso, cretino, patife, canalha, imundo, sacana, insano, imoral, sem escrúpulo, traidor, enganador, falso, hipócrita! Hipócritas somos muitas vezes. Invejoso, conspirador, bajulador, esnobe, sarcástico, pérfido, mentiroso (que está bem próximo de enganador), astuto, espertalhão, político, vereador.

Insidioso, herege, prevaricador, promiscuo, vadio(a), vagabundo(a), injusto, autoritário, praticando o suborno, concupiscênscias, ganância, gula, ambição etc. Nesse interim, também somos: honestos, gentis, nobres, educados, justos, bondosos, amigos, leais, fiéis (se for fiel, que seja Gaviões). Franco, direto, perpicaz, confiável, falar a verdade, custe o que custar e doe a quem doer, íntegro, pontual, fino, elegante, que tem equidade, moral, respeitador, que use de franqueza, caráter, instruído, inteligente; mas humilde, de fácil acesso, elogiável, que seja um exemplo de quem se fala bem, candido. As circustâncias e ações que procedem serão o enredo final. Um nome honroso ou desonroso.

Israel Oliveira

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