O deputado federal José Lourenço, português de nascimento, estava no aeroporto à espera do vôo quando foi entrevistado pela imprensa.
- Deputado, o que o sr. vai fazer em Portugal?
- Vou tentar explicar aos portugueses que agora, no Brasil, o analfabeto já pode votar: basta escrever o nome e o número do candidato.
Hoje, o analfabeto pode votar, mas não pode ser votado. Com o advento da urna eletrônica ficou mais fácil, podendo até levar a “cola”! São feitos testes para avaliar a escolaridade do candidato. O índice de reprovação é muito grande.
O inusitado aconteceu, em Minas Gerais, com 3 candidatos a vereador.
Foi feita uma mesma pergunta aos três.
- Diga o nome de um verbo?
- O primeiro respondeu “bicicreta”.
- Não é bicicreta, é bicicleta e não é verbo.
- O segundo respondeu “prastico”!
- É plástico e plástico não é verbo.
- O terceiro respondeu: hospedar.
- Muito bem, hospedar, é verbo.
- Faça uma frase com o verbo hospedar?
- “Os pedar da bicicreta é de prastico”.
Cirso Mendes Silveira