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Os Jogos do novo milênio


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Dia oito, mês oito, ano 2008. Oito horas e oito minutos. Esses pequenos detalhes, tão insignificantes para alguns, possuem extrema importância para os anfitriões dos Jogos Olímpicos de 2008: prosperidade, fortuna e alegria.

A China recebe, este ano, as mais de trinta modalidades e mostra ao mundo o seu potencial, o seu crescimento, a sua capacidade para assumir o posto de maior nação do mundo não só em nível populacional. E não é pra menos. Foi na China que, por exemplo, criou-se o papel, usado mundialmente hoje.

Na abertura, a China deu um show. Mais de 14 mil fogos de artifício iluminaram o céu de Pequim e os arredores do Ninho do Pássaro, o estádio olímpico principal. Curiosamente, pólvora e fogos de artifício também surgiram por lá, e por isso a queima foi uma das atrações mais emocionantes nessa abertura.

A China inovou, revolucionou, criou situações de perguntas quase sem respostas. Mostrou que a tecnologia está presente no novo milênio, na organização dos Jogos Olímpicos, desde a abertura, na apresentação da história e da cultura desse país, até durante o evento, nas modalidades, nos estádios e ginásios com estrutura de primeira qualidade. E com certeza estará em dobro no encerramento.

A China mostrou que tem capacidade e Londres, próxima sede dos Jogos Olímpicos Modernos, tem que trabalhar para uma abertura tão maravilhosa quanto, ou ainda melhor, que a abertura desse ano.

A China é o país mais populoso do mundo. Talvez tenha obtido prosperidade com tamanha facilidade por fatores trabalhistas que não vêm ao caso, resultado que tornou a China um país de exemplo mundial, com uma economia invejada por muitos outros países e temida por tantos outros grandalhões.

O autor, Hans Misfeldt, é estudante de jornalismo em São Paulo e criador do site www.tutube.com.br, além de colunista neste jornal - hans.misfeldt@gmail.com

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