Polícia

Reclamação de omissão do Samu será investigada


| Tempo de leitura: 1 min

Após socorrer uma aluna de 13 anos da escola Edson Bastos Gasparini, no Núcleo Gasparini, que estava em convulsão, policiais militares procuraram o Plantão da Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência de averiguação de omissão de socorro por parte do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu). Os policiais relataram que a direção da escola informou que o Samu teria se negado a levar a adolescente ao Pronto-Socorro Central após ela ter sido atingida por um livro, jogado por um colega, e entrar em convulsão, durante a aula.

O delegado plantonista Carlos Mariotto registrou o boletim para averiguação, mas ressaltou que não são comuns reclamações sobre o Samu . “Aqui mesmo na delegacia, quando tem alguém nervoso, agressivo, acionamos o Samu e eles sempre vêm”, frisa.

Procurado pela reportagem, o médico José Eduardo Passos, coordenador do Samu de Bauru, explicou que hoje vai ouvir a gravação da solicitação de socorro feito pela escola e avaliar o procedimento adotado pelo médico regulador. Porém, Passos adiantou que o próprio médico, logo após ter recebido a chamada, ligou para ele para comentar o caso.

O médico teria avaliado que o socorro seria responsabilidade de uma cooperativa médica, que está estudando a possibilidade de socorrer de graça os alunos das escolas públicas. “Ele disse que achou que esse acordo já estava em vigor. Eu, então, orientei para que enviasse a viatura para lá porque o Samu tem a obrigação de atender todas as solicitações de urgência e emergência desde que tenhamos viatura liberada”, frisa. Passos afirma que, se houve erro no procedimento de socorro, o atendente será advertido.

Comentários

Comentários