Reginópolis - A acusação de infidelidade partidária contra o vereador Adécio Guandalin (PTB), com pedido de perda do mandato, não foi votada ontem pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP). A solicitação feita pelo PPS de Reginópolis (70 quilômetros de Bauru) pode ser analisada hoje.
O PPS pede a retomada do mandato com base na resolução 22.610 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - infidelidade partidária. Atualmente, Guandalin ocupa o cargo de prefeito da cidade.
Caso ocorra a cassação, cabe recurso com efeito suspensivo ao TSE em Brasília. Pela resolução do TSE, estão sujeitos à perda de mandato os políticos que trocaram de legenda após 27 de março nos cargos proporcionais - deputados estaduais, deputados federais e vereadores - ou 16 de outubro nos cargos majoritários - prefeitos, governadores, senadores e presidente da República.
Até anteontem, o TRE-SP cassou por infidelidade 34 vereadores no Estado. Na sessão plenária de anteontem, o Tribunal decretou a perda dos mandatos dos vereadores Nataniel da Silva Carvalho (PDT de Embu) e Eduardo Hideto Suzuki (PR de Tapiraí). Os pedidos requerendo os cargos foram feitos pelo PSB de Embu e pelo PSDB de Tapiraí, respectivamente.