• Última hora
Embora com mais tempo entre os candidatos a prefeito de Bauru (pouco mais de 10 minutos e 54 segundos), Rodrigo Agostinho (PMDB) foi o último a acertar a equipe de rádio e TV para a campanha eleitoral, que começa hoje. A produtora é a bauruense W Pollice, de Walter Pollice. No rádio, a apresentação ficará a cargo de Alexandre Pitoli. Os textos terão a redação de Fernando Oliver. Rodrigo diz que não contará com marqueteiro e pode não ter apresentador de TV, em razão do formato dos programas.
• Críticas à taxa
O vereador Marcelo Borges (PSDB) criticou ontem, na Câmara, a cobrança, pela Emdurb, de taxa de R$ 100,00 para obras de reparos em túmulos. Segundo ele, o prefeito Tuga Angerami disse que iria rever a cobrança da taxa em recente reunião. Majô Jandreice (PC do B) engrossou a reclamação dizendo que a situação tende a piorar, porque os cemitérios estão sujos e com animais peçonhentos.
• Proposta de multa
O presidente da Câmara de Bauru, Paulo Madureira (PP), apresentou um projeto de lei que vai render polêmica. Na tentativa de evitar que os coletores de lixo venham a se ferir com cacos de vidro, injeções e lâmpadas mal-acondicionadas, ele quer, entre outras questões, que o infrator receba multa de R$ 500,00. No caso de reincidência, pede que este responda por crime de dano físico.
• Proposta vetada
O prefeito Tuga Angerami vetou o projeto de lei de autoria do vereador José Carlos Batata (PT) que cobra das agências bancárias o oferecimento de número suficiente de funcionários para atendimento. O problema não é a relevância da proposta, mas o vício de inconstitucionalidade. O Executivo é que teria de propor o projeto. Outro aspecto é que o texto não é isonômico, mas diz respeito apenas aos bancos, excluindo outros estabelecimentos prestadores de serviços.
• Sangue e pedágio
Toninho Garmes (PTB) comentou ontem que se excedeu em críticas na semana passada. Ele disse que a adrenalina era tanta que no intervalo regimental bateu a canela num móvel da sala da presidência, “esguichando sangue” pelo local. Ontem, mais calmo, engrossou coro em favor da greve da Polícia Civil. Para demonstrar que o governo estadual arrecada bastante, ele disse que foi para São Paulo e gastou de pedágio (ida e volta) R$ 70,67, montante equivalente a cinco dias de trabalho de um assalariado.
• Tarifas bancárias
Ao comentar matéria do JC de domingo tratando das despesas fixas que a Prefeitura de Bauru tem por mês, o vereador João Parreira (PSDB) estranhou o pagamento que o Executivo tem com R$ 80 mil de tarifas bancárias. Presidente da Comissão de Fiscalização e Controle, o tucano informou que vai pedir informações à prefeitura sobre esse pagamento.
• Burocracia na prefeitura
Arildo Lima Júnior (PP) citou exemplo da burocracia que toma conta da administração pública municipal. Segundo ele, um veículo cedido pela prefeitura ao Corpo de Bombeiros ficou três meses sem rodar por conta do atraso de um ato administrativo a fim de identificar a viatura com prefixo. Lima disse que a solicitação passou por 54 mesas até ser autorizada.