Por Equipes
Terminou, no último domingo, o “Torneio por Equipes Eletro Sem Limites”/Troféu Academia Evolução, disputado no Clube de Campo do BTC. Treze equipes, formadas por quatro jogadores cada uma, participaram. Na chave principal, Confiança Supermercados, com os jogadores Diógenes A. Neto, Guilherme Hamada, Paulo R. Silva e Daniel Carvalho, ficou com o título. A equipe Toyota foi a vice-campeã e estava representada pelos jogadores Daniel Bustamante, Felipe Lourenço, Moacir Pitta e Yoshikazu Ono. Na chave da repescagem, a equipe TZG foi a campeã e era formada por Vinicius Destefani, Paulo Siécola, Gustavo Guedes e Caio M. Silva. A equipe Jornal da Cidade, com os tenistas Rodrigo D’Alessandro, José C. C. Bastos, Marco A. Oliveira e Tadashi Miyahara, terminou como vice-campeã da repescagem. Além dos troféus, a equipe campeã da chave principal recebeu 1.000 reais, a vice-campeã 400 reais. Long Life, Amantini, NB Sports, Ictus, Graphpress, GMS, MPL e Gera-Arte e Beneplan foram as outras equipes que participaram. O torneio foi patrocinado pelo Jornal da Cidade, 96 FM, Eletro Sem Limites, com apoio da Academia Evolução. O departamento de tênis do BTC promoverá, no mês de outubro, mais um torneio por equipes, com seis jogadores em cada equipe, mas com jogos somente de duplas.
Surpreendeu
O bauruense Carlos Oliveira, atualmente professor de tênis (também disputa alguns torneios), foi a grande surpresa do Santander Tennis Cup, torneio da categoria future (profissional), com premiação de US$ 10 mil, disputado em Rio Preto, na última semana. Depois de passar pelo ‘qualifiyng’, venceu três jogos na chave principal até perder na semifinal para Leonardo Kirche, que acabou como campeão. ‘Carlinhos’ começou no tênis como pegador de bolas no BTC. Descende de uma família de bons tenistas. O mais conhecido é seu tio Edvaldo Oliveira, que se destacou como tenista profissional e, atualmente, trabalha como técnico. Edvaldo teve grande participação no desenvolvimento de Thiago Alves, (3º do Brasil), orientando e ensinando o tenista em torneios pelo mundo, época em que foi seu técnico exclusivo.
Bem, nas duplas
Quando o torneio é de grande porte, os brasileiros não têm conseguido bons resultados nas provas de simples, mas em duplas as coisas são diferentes. A parceria Marcelo Melo e André Sá acaba de vencer desses grandes, em New Haven (EUA). Na final, derrotaram Mahesh Bhupathi (Índia) e Mark Knowles (Bahamas). Este foi o quarto título da dupla brasileira, o primeiro em quadras de piso rápido. O resultado dá mais confiança para a disputa do US Open. Desde ontem, ocupam a sétima posição do ranking mundial de duplas.
US Open
Começou, ontem, em Nova York, o US Open, último Grand Slam do ano. Ao contrário do que vinha acontecendo há vários anos, o favoritismo não é mais de Roger Federer. A honra agora é de Rafael Nadal, que recentemente assumiu o posto de número 1 do mundo e que vem jogando um tênis espetacular. Nas casas de apostas, Nadal também é favorito. Segundo a website de apostas Betfair, para cada dólar apostado em Nadal se ganha 2,74. Federer e Djokovic estão logo atrás, com 4,4 dólares para cada apostado. Este ano, o torneio tem uma premiação total de US$ 19,2 milhões. Os campeões das chaves masculina e feminina de simples levam US$ 1,5 milhão. O qualificatório do US Open é praticamente um grande torneio. Distribui US$ 1 milhão em prêmios e tem chaves de 128 jogadores, tanto no masculino, quanto no feminino, sendo que apenas 16 se classificam.
Brasil no US Open
O Brasil está representado no US Open nas simples por Thomaz Bellucci, Marcos Daniel e Thiago Alves. Marcelo Melo, André Sá e Bruno Soares, jogam nas duplas masculinas e mistas. Thiago passou pelo qualifying e pega no primeiro jogo o chileno Paul Capdaville. Caso vença, provavelmente enfrentará na segunda rodada o tetracampeão do torneio, Roger Federer, que estréia contra o argentino Máximo Gonzáles. Maria Fernanda Alves disputou o qualifying, mas não passou da primeira rodada.
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Dica
Enfrentar um adversário que vem constantemente à rede é um problema para qualquer jogador, mais ainda, se ele for alto ou de grande agilidade. Conseguir passá-lo a todo o momento, não é tarefa fácil e pode te levar a cometer muitos erros. Assim que ele estiver na rede, uma boa alternativa é tentar jogar a primeira bola sobre seu corpo. Isso o fará com que se contorça para devolvê-la e, mesmo que consiga, dificilmente conseguirá fazer um voleio angulado ou matador, te facilitando as coisas, para aí sim tentar a passada ou o lobe.
Curiosidade
A brasileira Maria Esther Bueno faz parte da história do Grand Slam americano (US Open). Venceu nada menos que quatro vezes em simples: 1959, 1960, 1963 e 1966. Conquistou ainda mais quatro títulos em duplas. Gustavo Kuerten (Guga) por duas vezes chegou até as quartas-de-final. Em 2000, o brasileiro, então número 1 do mundo, teve a honra de ser o cabeça de chave número 1 do badalado torneio. Na terceira rodada fez um jogo, considerado por muitos como um dos melhores em sua carreira, contra o bielorusso Max Miryi, em que venceu em cinco sets, venceu ainda o espanhol Albert Costa, depois perdeu para o russo Yevgeny Kafelnikov.