Tribuna do Leitor

Olimpíadas Para-parlamentares (Modalidade Ética)


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Aproveitando o momento olímpico realizado na China, esse país também poderia promover olimpíadas para políticos do mundo todo, com apenas uma modalidade, a da ética, premiando os idôneos com medalhas de ouro, sendo substituídas as de prata e bronze pela de chumbo (mais barata), porém com formato diferente. Seria fundida no formato de cone, encapada de metal até a metade, recheada de pólvora e uma espoleta numa das extremidades como adorno e promover um show pirotécnico no momento da premiação dos segundos colocados.

As seletivas começariam quatro anos da convocação, os “atletas” políticos ao tomarem posse nos cargos eletivos, seriam chipados, isto é, introduzir um chip microfonado em suas bochechas, nada de grampos telefônicos, pois o presidente da Corte Suprema do Brasil não permite. Este chip permitiria que fosse gravada toda conversa e escuta dia e noite do “atleta”, até o ai ai ai e o ui ui ui para não acontecer o que aconteceu com o “atleta” Renan (pulador de cerca). Depois de quatro anos tudo seria avaliado por um comitê neutro naquele país.

O Brasil enlameado pela corrupção não levaria vantagem pelo ouro, e sim conquistaria 99% do chumbo, a outra seria premiada aos “atletas” das nações que mantêm respeito para com seus cidadãos. A China tem dom para esse tipo de evento, pois já distribui o chumbo durante o ano todo, sendo que é a família do condecorado quem paga a “medalha”. Em todo Brasil temos candidatos classificados, os mais cotados estão na capital federal, patrocinados pela AMB (Amparo aos Mafiosos do Brasil), tendo como treinador o STF (São Todos Fiéis!!).

Para dar minha contribuição, me inscreveria como voluntário na hora da premiação, para crivar em seus peitos (lado esquerdo) a medalha de chumbo, sendo eu um ex-atirador de elite quando era pára-quedista do Exército Brasileiro, também tropa de elite, onde jurei defender minha pátria com o sacrifício da própria vida, assim poria em prática tudo que aprendi há 40 anos passados, fazendo jus a meu adestramento militar.

Para nós contribuintes de impostos a peso de ouro, custearíamos as passagens aéreas apenas de ida. Pelo regulamento e o critério de avaliação, o medalhista de chumbo, não teria direito a passagem de volta, seria transferido automaticamente para o além (inferno).

No Brasil nossos “atletas” há séculos vêm “conquistando” o ouro (lingote), batendo recordes ano após ano. Ao término deste evento, começaria sobrar muito lingote para nós financiadores de “atleta”, pois o máximo que pegamos é um bronze na piscina ou na praia (nem todos!).

Banidos do pódio esses “lingotistas”, nossos verdadeiros competidores e heróis, trariam com um pouco menos de sacrifício em suas bagagens, muitas e muitas medalhas na próxima olimpíada daqui a quatro anos com a ajuda também de Deus.

Luiz Tadeu Machado - ex-pqd e ex-atirador de elite

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