Bairros

Mercado impulsionado em todo o País

Wagner Carvalho
| Tempo de leitura: 1 min

Nos últimos dois anos, o mercado de segurança eletrônica registrou alta de 15%. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica (Abese), que vê no aumento da violência urbana o fator principal para o crescimento da procura por sistemas de proteção eletrônica.

De acordo com Oswaldo Oggiom, diretor de comunicação da associação, o mercado faturou cerca de R$ 2 bilhões nos 12 meses de 2007. Isso representa que mais de 3 milhões de imóveis comerciais e residenciais em todo o Brasil já contam com dispositivos básicos de segurança, como cerca elétrica, alarmes disparados por sensores de presença e câmeras filmadoras que registram com boa nitidez de imagens por 24h e têm capacidade de armazenamento por prazo indeterminado.

Para a Abese, esse número ainda representa muito pouco, frente ao total de estabelecimentos comerciais e residenciais do País, calculados em 49,1 milhões pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dados da Abese apontam que, de cada 100 tentativas de furtos em imóveis (comerciais ou residenciais) com alarmes, 94% fracassam. Ao contrário, em imóveis sem nenhum dispositivo de segurança, o número de roubos chega a ser três vezes maior. A associação aponta que a quantidade de bens roubados em locais se alarmes é 10 vezes maior que nos que possuem alarme.

Oggiom orienta o interessado em instalar um sistema de segurança eletrônica em sua residência para que, primeiro, qualifique a empresa antes de fechar qualquer contrato. “Muitas pessoas preferem quantificar quando na verdade deveriam qualificar. Em se tratando de sistema de segurança se faz necessária uma relação de confiança e para confiar é necessário conhecer”, reforça.

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