Polícia

‘Pingo' levou PM às pistas

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 1 min

Poderia levar tempo para as circunstâncias da morte de Maria Nilcéia Barbosa serem esclarecidas. Mas o crime confessado pela filha dela, Daiane Cristina Barbosa, foi desvendado por intermédio de Pingo, um cão sem raça definida, cujo comportamento irrequieto chamou a atenção da Polícia Militar. A equipe desconfiou que o animal talvez quisesse mostrar algo e o seguiu.

Pingo atravessou a casa onde a vítima foi encontrada, passou pela edícula onde morava Daiane, atravessou a rua para onde a casa da acusada tem acesso e se embrenhou no mato em frente. Por lá, próximo ao Córrego da Grama, encontrou a sacola onde estavam roupas e um chinelo da indiciada sujos de sangue, informaram os policiais. Depois que as vestimentas foram reconhecidas como de Daiane, a moça confessou o crime.

Segundo policiais comentaram com a reportagem, quando ela viu suas próprias roupas, não conteve o choro. A sacola foi apreendida para perícia, assim como galhos de árvore também com marcas de sangue, que teriam sido usados para agredir Maria Nilcéia na região da cabeça. Já presa em flagrante na delegacia, Daiane chegou a se desculpar com um policial militar por ter mentido a ele assim que a corporação chegou à casa de sua mãe e lhe prestou auxílio e até solidariedade.

Com a imprensa ela preferiu não falar depois de presa, conforme reiterou uma advogada acionada pela própria acusada ao plantão da Polícia Civil.

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