Regional

Assessor do prefeito nega perseguição

Da Redação
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O assessor de imprensa Carlos Pessôa Guimarães alega que o prefeito Toshio Misato cumpriu uma determinação da Promotoria de Justiça, que abriu inquérito civil para apurar despesas com publicidade da Câmara de Ourinhos.

Ele negou que seja perseguição política. “Se fosse perseguir politicamente, já tinha sido interditado há mais tempo esse jornal e não seria determinado às vésperas das eleições municipais”, disse Guimarães.

De acordo com o assessor, se Toshio não tomasse providência poderia ser acionado por crime de responsabilidade, porque a notificação partiu do Ministério Público.

O atual prefeito de Ourinhos responde a processo por suposta omissão e foi afastado do cargo por seis meses no mandato 1997-2000 por não tomar as medidas necessárias quanto a um caso de corrupção envolvendo assessores do primeiro escalão.

O assessor admite que o pedido de interdição é negativo para a administração, porque vai ocorrer exploração política. “Se ele soltar mais uma edição, já está ciente de que o jornal está impedido de circular por falta de alvará. Na segunda-feira, a administração vai entrar na Justiça para obrigar o cumprimento da interdição”, declarou.

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