Regional

Em agosto atípico, Jaú registra quatro mortes no trânsito urbano

Davi Venturino
| Tempo de leitura: 2 min

Jaú - Dados divulgados pela 1.ª Companhia da Polícia Militar indicam que no segundo trimestre deste ano (junho-julho-agosto) ocorreram 545 acidentes de trânsito na área urbana de Jaú (47 quilômetros de Bauru). Em mês considerado atípico pela PM, agosto registrou quatro das seis mortes dos três meses.

Segundo as estatísticas, de junho a agosto deste ano ocorreram 178 acidentes de trânsito com vítimas e 341 acidentes sem vítimas em Jaú. No mesmo período foram registrados 26 atropelamentos e também seis mortes no trânsito, o que corresponde a duas mortes por mês, em média.

Das seis mortes registradas no período, o mês de agosto chama a atenção por concentrar a maior parte delas. Foram quatro, enquanto as outras duas vítimas fatais foram registradas em julho. Do total de mortes no trânsito, duas ocorreram em virtude de acidentes envolvendo automóveis, duas envolvendo ciclistas e duas envolvendo motociclistas.

Vale lembrar que os números são referentes a vítimas fatais no local do acidente. De acordo com a 1.ª Companhia da Polícia Militar, a maior parte dos acidentes de trânsito em Jaú é decorrente de colisão ou choque entre veículos.

“Se for verificar, em termos de números totais de acidentes, houve uma queda. O problema em agosto foram as mortes”, comenta o tenente José Aparecido dos Santos, comandante interino da 1.ª Cia PM de Jaú. “Foi uma situação atípica”, avalia.

De acordo com o tenente, nenhum dos acidentes esteve diretamente relacionado com as condições da via mas sim com o descuido do condutor. “Não foram em locais considerados perigosos”, diz. “Nenhuma delas foi no mesmo local e com as mesmas características. Teve atropelamento, teve queda (de veículo), colisão”, detalha.

Santos ressalta, ainda, que as melhorias realizadas pela Secretaria Municipal de Trânsito de Jaú ajudou a diminuir o número de acidentes na cidade. “Houve realmente uma queda muito grande no número de acidentes por conta da melhoria que teve aqui na cidade”, confirma. “Se formos fazer uma análise depois das melhorias, muitas mortes deixaram de acontecer”, completa.

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