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Chapa da oposição quer ampliar pós-graduação

Gabriel Ottoboni
| Tempo de leitura: 1 min

Candidato a reitor da Unesp para oposição, Amilton Ferreira propõe solucionar o déficit de funcionários da instituição. Classificando o problema como um dos mais graves que a universidade enfrenta em toda sua história, ele disse que, se eleito, pretende viabilizar a contratação de aproximadamente 400 professores e servidores técnicos-administrativos.

Segundo ele, o problema envolvendo a falta de professores e servidores técnicos-administrativos surgiu com o início da reforma previdenciária, na gestão do então presidente Fernando Henrique Cardoso. “Muitos professores, temerosos em perder os direitos já garantidos, se aposentaram. Houve uma nova reforma, que provocou nova corrida à aposentadoria e uma terceira, agora no governo Lula”, afirma o candidato, recentemente eleito membro da Academia Paulista de Ciências.

A segunda prioridade de Ferreira é mudar a política dos cursos de pós-graduação da instituição de ensino. A proposta dele é ampliar os programas e incentivar a participação de professores para a formação de novos programas. Sobre o câmpus de Bauru, Ferreira opina que a já anunciada fusão do Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) ao Instituto de Física Teórica não o agradou. “Suspeito que não tenha sido bom”, disse ele que ontem já estava em Bauru.

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