Política

Eleição conclui 1ª etapa sem ideologia

Aurélio Alonso
| Tempo de leitura: 1 min

O bauruense viu uma campanha eleitoral para escolha do prefeito e vereadores diferente das anteriores. Os showmícios, a distribuição de bonés e camisetas não fizeram parte do cenário eleitoral. A lei restringiu essa prática de propaganda. Foi também o pleito menos ideológico, analisaram os professores-doutores Celso Zonta e Clementino Sebastião Clementino da Silva.

Exigiu também do candidato priorizar visitas aos bairros (o corpo-a-corpo) e participações em debates. Apesar de não ter ocorrido ataques pessoais violentos entre os prefeitáveis, o que é comum na política, a eleição debateu superficialmente o Plano Diretor, aprovado em junho pelo legislativo, mas não mereceu tanta atenção e nem serviu de bússola dos programas de governo para o desenvolvimento urbano. Quem vencer a eleição vai governar com as novas regras do PD. As propostas de não cobrar imposto e asfalto de graça foram defendidas nos palanques sem apontar de onde vão sair esses recursos. A seguir os dois professores explicam em entrevista como foi a atual campanha eleitoral.

Uma constatação é possível: não foi ideológica e exigiu mais dos candidatos se comunicar com seus eleitores para chegar ao Palácio das Cerejeiras a partir de janeiro de 2009.

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