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Seleção Brasileira Jogadores e CBF acertam premiação

Ainda faltam dez jogos para o fim das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa de 2010, a competição está embolada, mas o assunto premiação pela classificação para o Mundial da África do Sul já foi abordado na Granja Comary. A seleção se prepara em Teresópolis para os jogos de domingo, contra a Venezuela, e quarta-feira, frente à Colômbia. Não há jogadores questionando publicamente, até porque o assunto é tratado internamente. Seguindo os moldes das últimas Eliminatórias, a premiação é cumulativa. Ou seja, aqueles atletas que mais jogaram e que mais vezes foram convocados recebem um valor maior do que os que atuaram menos.

Runco não aparece na Granja Comary

A polêmica sobre a cirurgia de Kaká, realizada pouco antes da Olimpíada, persiste na seleção brasileira. E a ausência do médico José Luiz Runco na Granja Comary nesta semana aumentou o burburinho de uma rusga entre o médico, que operou o meia em maio, e o técnico Dunga. Oficialmente, José Luiz Runco, chefe do departamento médico da CBF, não participou das duas últimas convocações porque a CBF quis premiar os profissionais que participaram dos Jogos Olímpicos. O caso é o mesmo do fisioterapeuta Luiz Rosan, que não foi para Teresópolis nas preparações para os jogos contra Chile e Bolívia, nem agora, frente Venezuela e Colômbia.

Dunga define Elano titular

Elano vai ser o titular do meio-de-campo contra a Venezuela, no domingo. O mistério de Dunga sobre o time que vai jogar durou um dia, mas confirmou um time mais protegido e menos habilidoso. As possibilidades eram Anderson e Mancini. Diego, o titular nos dois últimos jogos das Eliminatórias, está suspenso para o duelo contra os venezuelanos e nem foi convocado. O restante do time não tem surpresas. Kaká volta - recuperado de lesão - e Adriano será o companheiro de ataque de Robinho. O time treinou com Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Kleber; Gilberto Silva, Josué, Elano e Kaká; Adriano e Robinho.

Fórmula 1 Pilotos torcem contra chuva no Japão

Pelo segundo ano consecutivo, a F-1 desembarca em Fuji para a realização da antepenúltima etapa do Mundial. Pelo segundo ano, cheia de dúvidas. Como no ano passado a chuva e a neblina atrapalharam os treinos e o GP que marcou a volta do circuito à categoria depois de 30 anos, pilotos e equipes chegam a um território praticamente desconhecido, quase na mesma situação de 2007. E, assim como aconteceu na estréia da pista de Cingapura, há duas semanas, as primeiras sessões de treinos livres acabaram ganhando importância para o acerto dos carros, já que, segundo a meteorologia, o GP do Japão ocorrerá sem chuva. É justamente por essas incertezas que os carros devem ficar mais tempo que o normal na pista hoje, a partir das 22h, quando começa a primeira sessão de treinos da 16ª das 18 corridas deste Mundial de F-1. O GP é à 1h30 de domingo.

Mosley teme crise e custos

O pânico que atinge a economia mundial chegou à F-1. Segundo Max Mosley, presidente da FIA, a entidade máxima do automobilismo, a preocupação não é recente, mas acabou se agravando com os acontecimentos dos últimos dias. “Já está claro que a F-1 não é mais viável”, declarou o dirigente à rede de TV britânica BBC. “Se não tomarmos medidas até 2010, isso será um grave problema. Podemos sobreviver a 2009, mas depois estaremos em sérias dificuldades”. Após reunião do Conselho Mundial, a FIA afirmou que se a recém-criada Fota, a Associação de Equipes da F-1, não sugerir propostas que reduzam drasticamente os custos da categoria, a própria entidade irá tomar as medidas que acreditar necessárias.

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