Nova York - Um tribunal de apelação dos Estados Unidos acatou o pedido do governo norte-americano e bloqueou temporariamente a libertação dos 17 chineses muçulmanos presos na base de Guantánamo, em Cuba, ordenada por um juiz federal na última terça-feira.
Ambas as partes têm agora até o dia 16 deste mês para apresentar à Corte dos EUA os argumentos pró e contra a manutenção dos prisioneiros.
Os chineses, da minoria uigur - etnia de origem túrcica e residente na região autônoma de Xinjiang, extremo oeste da China -, foram capturados em 2001 no Afeganistão pelo Paquistão e entregues aos EUA.
Em 2004, eles foram liberados das acusações, mas permanecem na base de Guantánamo, segundo Washington, por não terem para onde ir.