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Da Redação
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• PV, a bola da vez

Dos partidos de maior expressão em Bauru, o PTB e o PDT já definiram apoio à candidatura de Rodrigo Agostinho (PMDB). A legenda mais cobiçada no pleito deste ano, no entanto, é o PV, cujo candidato, Clodoaldo Gazzetta, ficou na terceira colocação nas urnas, com 16,9% dos votos (mais de 30 mil). Os verdes devem bater o martelo hoje, às 15h30, em reunião marcada para a sede do partido, localizada na avenida Duque de Caxias.

• Cobiçado por ambos

Os dois candidatos em disputa para a Prefeitura de Bauru esperam o apoio do PV. Caio Coube (PSDB) admitiu que se reuniu com os verdes na segunda-feira à noite e a expectativa de apoio é grande. Segundo ele, há sintonia entre as propostas dos dois grupos políticos. Rodrigo Agostinho (PMDB) adota o mesmo discurso. “Na reunião que tive com o PV elogiei o plano de governo deles, apenas destaquei que as propostas são ousadas e audaciosas para Bauru”, aponta.

• Afinando o discurso

O PDT fez mistério durante toda a semana em torno do apoio que daria no segundo turno das eleições municipais em Bauru, mas acabou optando pela alternativa mais óbvia. Ontem, Rodrigo Agostinho, Estela Almagro e os pedetistas João Herrmann e Antonio Faria Neto chegaram juntos à reunião, no Sindicato dos Trabalhadores na Construção. Antes do encontro, estavam afinando o discurso no comitê de Rodrigo.

• Apoio institucional

Na reunião de ontem, registrada pela equipe de TV de Rodrigo, cujas imagens certamente irão ao ar nos programas eleitorais que se iniciam segunda-feira, a ausência foi da candidata a prefeita pelo PDT, Rosa Izzo. A explicação (para os ingleses) é a de que o PDT está dando um apoio institucional à aliança Bauru de Todos, mas, na verdade, os rodriguistas avaliam que a rejeição ao grupo de Izzo seria um fardo pesado demais.

• Salários para 2009

O movimento Transparência Bauru, que ninguém conhece, estará na quadra 4 do Calçadão da Batista de Carvalho hoje, às 10h15, recolhendo assinaturas a fim de cobrar dos vereadores eleitos posição em relação ao aumento do subsídio de mais de 54% dado pela atual legislatura no final do ano passado, mas que começa a valer a partir de janeiro. O assunto também é comentado pelos leitores do JC, na tribuna do leitor.

• Democracia familiar

O ex-vereador Milton Dota (PSB) abraçou a campanha do candidato a prefeito de Rodrigo Agostinho (PMDB). Na última semana, ele fez visitas em vários pontos da cidade para conquistar novos eleitores. Os seus dois filhos, no entanto, embarcaram na candidatura a prefeito de Caio Coube (PSDB). “Em casa, a coisa está dividida. Eu tento convencer que o meu candidato é o melhor, mas os meus filhos retrucam.”

• Sem o guru Quércia

Rodrigo Agostinho esteve, em São Paulo, numa reunião de avaliação com os militantes do PMDB estadual, anteontem. Não conseguiu falar com o ex-governador Orestes Quércia, seu “padrinho político”, que avalizou sua candidatura na disputa com Alex Gasparini. O bauruense conseguiu, no entanto, contato com Alda Marcoantonio, candidata a vice de Gilberto Kassab na eleição a prefeito de São Paulo. Ela prometeu ajuda no segundo turno.

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