Depois de ficar parado por cerca de dois anos por conta de uma contusão na perna esquerda ocorrida quando ainda defendia o Sorocaba, em 2006, e de ter chegado ao ponto de cogitar uma possível “aposentadoria”, o pivô Renato viu-se em um dilema no final do ano passado. Em meio a recuperação de uma fratura na perna direita, o jogador recebeu uma proposta do técnico Guerrinha para voltar a jogar basquete. A proposta incluía total assistência ao tratamento da lesão até que o jogador recuperasse 100% de sua condição física.
Renato aceitou a proposta e no primeiro semestre deste ano amargou sessões de fisioterapia intercaladas aos treinos do GRSA/Bauru para voltar atuar neste Campeonato Paulista. Hoje, como primeiro substituto do pivô Filé, Renato é um dos jogadores mais exigidos da equipe. Com uma atuação tímida no início, agora o jogador vem crescendo de rendimento e arrancando os primeiros elogios do treinador.
“Ainda não estou jogando do jeito que eu jogava, cortando e correndo. Agora estou cortando muito menos. Estou voltando ao meu ritmo. Hoje estou nos meus 75% e posso melhorar muito mais”, comentou o jogador. Sobre as cobranças do técnico Guerrinha, Renato encara como um estímulo. “É bom que ele me cobre, porque a gente sente que tem alguma coisa para oferecer. Quando ele cobra é porque ele sabe que a gente pode render mais e confia no nosso trabalho”, avalia.