Articulistas

Quando literatura e comunicação se encontram na sala de aulas


| Tempo de leitura: 2 min

As pessoas sempre têm buscado formas de se comunicar, isso é inerente ao ser humano. Acreditamos, baseados em estudos, que os primeiros sons que o homem produziu na tentativa de comunicar-se era parecido com os ruídos emitidos pelos animais. Assim, por meio desses sons e gestos ele alertava o outro sobre o perigo, instruía o grupo nas caçadas, dava ordens, enfim, buscava a socialização.

Hoje vivemos em um mundo que se aprimora com uma rapidez impressionante. Essa agilidade deve-se aos meios de comunicação, satélites, computadores, fax, vídeo conferência, vídeo chamada, entre outros, que em fração de segundos são conectados de um continente a outro. Esses aparatos são de fundamental importância, porém, se não forem usados adequadamente e com conhecimento correrão o risco de perderem-se em meio ao emaranhado de informações que muitas vezes não são apuradas e filtradas podendo colocar em risco a convivência humana.

Dentro da unidade escolar, os educadores procuram fazer a sua parte, selecionando o essencial e de real importância para tornar o ato de comunicação eficiente e eficaz. Utilizam estratégias com a finalidade de envolver os educandos; nesse contexto, percebemos a literatura como fonte necessária ao desenvolvimento comunicativo, pois entendemos que ela revela através do tempo como é a cultura de um povo e, a partir da cultura literária, identificamos o que as pessoas gostam, valorizam, acreditam e também com o que e com quem se identificam.

No passado, o homem primitivo falava a seu modo e comunicava-se a favor de si e dos outros seres; sem essa comunicação entre os seres e a humanidade não teríamos alcançado o progresso atual. Sabemos que as pessoas sentem necessidade e precisam comunicar-se para desenvolverem-se como seres humanos. É através dela que percebemos, sentimos, entendemos nossos sentimentos, aprendemos a falar, ler, receber informações e o mais importante a trocar experiências, evoluindo dessa forma como seres humanos que, ainda somos!

A autora, Oeni Custódio Martins, é professora de Língua Portuguesa do Fênix/Anglo

Comentários

Comentários