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Palito fala em sorte


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O goleiro do Parquinho César Palito não marcou nenhum gol, mas foi das mãos dele que evitaram os lances mais perigosos do time do Geisel e praticamente o “herói” do penta. Pelo menos dois pênaltis ele defendeu. O outro não convertido de Cicinho (Geisel) a bola bateu no travessão. Quando Neovalter (Geisel) ajeitou a bola na marca do pênalti, César Palito foi até ele e disse: “Você ferrou a gente ao marcar o gol nos instantes finais da partida, mas o pênalti eu vou pegar”. E realmente defendeu para alegria da torcida.

César Palito disse pelo olho do jogador conseguiu ver que lado chutaria. “Ele tinha batido cruzado uma falta e acho que não repetiria o chute no canto direito. Fui feliz, pênalti é sorte”, disse. O goleiro campeão admitiu ontem foi um dia de muita sorte.

Já Neovalter que, instantes finais da etapa complementar, deu alegria à ruidosa torcida do Geisel, ao empatar em gol de cabeça, não teve a mesma sorte de converter o pênalti. O futebol tem dessas surpresas: dos pés do jogador que levou a decisão aos pênaltis, acabou não saindo o título.

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