Como enfrentar e hemodiálise 1
A hemodiálise é invasiva e altera radicalmente o cotidiano dos pacientes com problemas nos rins. Por isso, a enfermeira Daniela Comelis Bertolin, mestranda da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da Universidade de São Paulo (USP), estudou como cada tipo de pessoa enfrenta o estresse causado por esse tratamento, a fim de auxiliar os profissionais de saúde a orientarem seus pacientes e entenderem como eles se comportam frente a essa diferente realidade. Uma das conclusões é que o acompanhamento por parte da família, amigos ou companheiros é um dos fatores mais importantes para enfrentar a doença e o tratamento.
Como enfrentar e hemodiálise 2
Outros estudos mostram que o acompanhamento durante a hemodiálise reduziu os índices de depressão e mortalidade, contribuindo para uma melhora da qualidade de vida do paciente. Com os questionários respondidos por 107 pacientes do Instituto de Urologia e Nefrologia de São José do Rio Preto, além do suporte social, percebeu-se que outros dois fatores os influenciam a enfrentar o estresse do tratamento. Atividades ligadas ao lazer, ou seja, pessoas que conseguiam um tempo para se divertir e fazer o que gostavam encaravam melhor as dificuldades. Outro fator é a religião, que a literatura associa a uma estratégia chamada reavaliação positiva, na qual o paciente procura enxergar um lado bom no que parece ser muito ruim.
Dúvidas sobre próteses
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um número de telefone para as pessoas que têm dúvidas sobre implantes ou estão com problemas com sua próteses. O número é 0800-61-1997.
Dupla gravidez
A Divisão de Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), convida mulheres grávidas de gêmeos e com até 5 meses de gestação para participarem de pesquisa clínica com o uso de medicamento que previne trabalho de parto prematuro. Tal medicamento mostrou-se eficaz em gestação única, não apresentando riscos para a mãe nem para o feto As interessadas deverão comparecer no Prédio dos Ambulatórios do Instituto Central - Unidade de Obstetrícia, as terças e sextas-feiras, das 8h às 10h, munidas com exames que comprovem a gravidez gemelar. O acompanhamento médico ocorrerá durante todo o pré-natal. O Prédio dos Ambulatórios funciona na avenida Enéas de Carvalho Aguiar, 155 - próximo à Estação Clínicas do Metrô, no bairro da Consolação, em São Paulo.
Depressão pós-parto
Os pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) realizaram uma pesquisa recentemente e encontraram prevalência de 18% de mulheres com risco de apresentar depressão pós-parto. As vítimas de violência doméstica são as mais susceptíveis a desenvolver o problema logo após o nascimento do filho. O método específico de auto-avaliação, aplicado no segundo ou terceiro dia após o parto, foi realizado com 133 mães, com idade média de 28 anos.
Crianças com ansiedade
O Ambulatório de Ansiedade na Infância e Adolescência (Ambulansia) do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) está triando crianças e adolescentes dos 7 aos 17 anos e meio para estudo sobre a ansiedade. A triagem pode ser agendada pelo telefone (11) 3069-6978. As crianças e adolescentes devem apresentar sintomas de ansiedade como, por exemplo, preocupações exageradas com desempenho escolar, nos esportes ou com pontualidade; medo anormal em situações como sair de casa ou ficar longe dos pais, ficar sozinha na escola, falar com pessoas desconhecidas ou de apresentar trabalhos em sala de aula e dificuldade exagerada para fazer amizades. O estudo será desenvolvido no Ambulatório do HCFMUSP, em São Paulo. Os participantes deverão comparecer no local às quintas, no período da tarde.
Serviços da rede pública Quem quiser consultar os serviços de saúde da rede pública pode fazê-lo gratuitamente. A Secretaria de Estado da Saúde disponibilizou um site com informações sobre todas as unidades que realizam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado de São Paulo. (Site: sistema.saude.sp.gov br/consulta_cnes/).
Acupuntura e dor nas costas
De acordo com um estudo realizado na Alemanha, a acupuntura é melhor do que os tratamentos convencionais para dor nas costas. Michael Haake, pesquisador da Universidade de Reagensburg, em Bad Abbach (Alemanha), descobriu que a melhora com as agulhas foi mais perceptível e permaneceu mesmo depois do fim do tratamento. O estudo foi realizado com 1.162 pacientes.