Tóquio - O Japão admitiu pela primeira vez que prisioneiros de guerra trabalharam numa mina de carvão pertencente à família do premiê Taro Aso.
Documentos da Segunda Guerra Mundial indicam que 300 prisioneiros de guerra britânicos, holandeses e australianos foram forçados a trabalhar na mina em Fukuoka, entre abril de 1945 e a rendição japonesa, quatro meses depois.
A revelação pode desferir um golpe adicional ao premiê, cujo índice de aprovação caiu para cerca de 20%, após apenas três meses no poder.