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NBA Nenê ajuda Nuggets a bater 76ers

A cada partida, Nenê Hilário vem provando porque é um dos jogadores mais regulares da NBA. Mesmo quando não brilha no ataque, o brasileiro o faz no garrafão. Foi o que aconteceu anteontem, data em que o quarto double-double (dois dígitos em dois fundamentos) seguidos do pivô, e o nono na temporada, ajudou o Denver Nuggets a superar a zebra e confirmar seu favoritismo sobre o Philadelphia 76ers: 105 a 101. Nenê saiu de quadra com 13 pontos marcados. Porém, o que poderia ter sido uma exibição discreta foi otimizada com 12 rebotes, que levaram o brasileiro à 21ª posição na tabela dos duplo-duplos. Resultados: Denver Nuggets 105 x 101 Philadelphia 76ers; Miami Heat 90 x 77 Chicago Bulls; New Jersey Nets 87 x 95 Charlotte Bobcats; New York Knicks 107 x 120 Minnesota Timberwolves; Detroit Pistons 90 x 88 Oklahoma Thunder; Memphis Grizzlies 108 x 105 Indiana Pacers; New Orleans Hornets 88 x 79 Houston Rockets; Utah Jazz 97 x 88 Dallas Mavericks; Sacramento Kings 101 x 107 Toronto Raptors e Golden State Warriors 99 x 89 Boston Celtics.

Para Gasol, arbitros favoreceram EUA

As polêmicas decisões da arbitragem que marcaram a final do torneio olímpico de basquete em Pequim pareciam um assunto encerrado até anteontem, quando a juíza francesa Chantal Julien disparou dizendo que a Espanha foi prejudicada naquela partida. Ontem, quem apareceu para comentar o assunto foi nada menos que o principal jogador do selecionado europeu, Pau Gasol, que concordou relatando um consenso entre os árbitros para não marcarem as “andadas” dos Estados Unidos. “Era bastante óbvio que não iam marcar ‘duas saídas’ pelo bem do jogo, para não pará-lo continuamente”, disse o ala-pivô do Los Angeles Lakers, assegurando que algumas marcações diferentes poderiam ter mudado o destino do ouro. “Se tivessem apitado duas ou três ‘andadas’, o resultado teria mudado, porém é algo que você não pode controlar”, continuou.

Fórmula 1 Bilionário mexicano teria comprado Honda

Há exatamente uma semana, o chefe-executivo da Honda na Fórmula 1, Nick Fry, havia dito que tinha até o fim do Natal para salvar a equipe. O prazo pode ter estourado em dois dias, mas a afirmação do britânico de que havia um “alto nível de interesse” na compra do time deve se confirmar. Ontem, o jornal italiano La Stampa assegura que já há acordo entre os japoneses e Carlos Slim, dono da Telmex e considerado o segundo homem mais rico do mundo. Segundo publica o diário, faltam apenas alguns detalhes para o anúncio da venda da Honda a Slim, cujo patrimônio é estimado em 45 bilhões de euros (cerca de R$ 150 bi) e que já patrocina a Chip Ganassi na IndyCar Series. Se confirmada a informação, o principal beneficiado seria Bruno Senna, que já estaria garantido como titular visto que é patrocinado pela Embratel, empresa que pertence ao grupo do empresário mexicano.

Italianos preferem Fernando Alonso

O título mundial de Lewis Hamilton na Fórmula 1 não bastou para que ele fosse eleito o melhor piloto de 2008 pelo diário italiano La Gazzetta dello Sport. Apesar da conquista, o inglês acabou superado por Fernando Alonso, quinto colocado do campeonato. Segundo a publicação, a justificativa principal para a eleição de Alonso é que ele “não partia com o melhor carro da Fórmula 1”, diferentemente dos rivais Hamilton e Felipe Massa, que acabaram colocados respectivamente nas segunda e terceira posições. “Os campeões são vistos quando guiam carros inferiores”, argumenta a Gazzetta, que ressaltou ainda que o espanhol foi o piloto que mais pontuou nas últimas seis corridas da temporada: 43 pontos, contra 33 do brasileiro e 28 do inglês.

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