Em acordo com a carta de Jácomo Storniolo Neto, publicada nesta Tribuna em 28 de dezembro, venho reforçar a indignação com o que tem ocorrido nas quadras 23 e 24 da avenida Getúlio Vargas aos finais de semana. O desrespeito às quase 400 famílias que vivem nos condomínios verticais da região tem trazido sérios transtornos. Toda quinta, sexta, sábado e domingo, os moradores, sem conseguir dormir, assistem de suas janelas os “mesmos” carros com som extremamente alto e motoristas alcoolizados e as “mesmas” motos correndo e colocando em risco a vida de outras pessoas. Como se não bastasse o inferno causado pelo barulho, pelas intermináveis brigas e bebedeiras, o local vem se transformando em ponto de consumo de drogas. Todo tipo de atitude já foi tomada: chamamos a polícia (que tem nos atendido com muita qualidade), passamos a madrugada fazendo boletins de ocorrência, os condomínios já acionaram os órgãos responsáveis pela colocação de placas proibindo estacionamento e até agora nada. Não tenho a resposta, Jácomo, não sei de quem é a culpa, mas todos nós sabemos bem qual poderia ser a solução. Só não sabemos quanto tempo vamos ter que ficar acordados esperando por ela.
Taisa Maria – bancária