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Praia Grande registra quatro casos de queimaduras por água-viva

Folhapress
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São Paulo - A Prefeitura de Praia Grande, litoral de São Paulo, registrou quatro casos de queimadura por caravelas - espécie de água-viva - em banhistas nas últimas duas semanas. A cidade se prepara para enfrentar um eventual surto, como o ocorrido no verão passado, quando somente em uma semana foram registrados 300 ocorrências.

Até o momento os casos notificados foram sem gravidade, de acordo com a prefeitura. O Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e a Guarda Municipal foram alertados sobre as ocorrências, para que adotem medidas de prevenção nas praias.

De acordo com a Secretaria de Saúde do município, as pessoas não devem se aproximar das águas-vivas e as crianças devem tomar banho de mar sob a supervisão de adultos.

Caso ocorra a queimadura ocorra, a providência imediata é buscar atendimento adequado em um pronto-socorro - em Praia Grande eles estão no Boqueirão, Quietude e Samambaia. A região da queimadura não deve ser lavada com água, doce ou salgada, e as vítimas não devem tentar retirar a água-viva nem esfregar a pele, o que pode agravar o ferimento. Os prontos-socorros conhecem os procedimentos corretos para atender os casos de queimaduras por caravelas.

Como outras cidades do litoral de São Paulo, Praia Grande registrou o surto de queimaduras por águas-vivas em decorrência do deslocamento de uma massa de água fria em direção à praia, pelo vento e correntes marítimas.

Entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, foram registrados 900 casos de queimaduras por caravelas em Peruíbe, Santos, São Vicente e Guarujá.

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