Regional

Jovem morre afogado no Rio Tietê em Botucatu

Lígia Ligabue
| Tempo de leitura: 2 min

Um rapaz de 18 anos morreu afogado na manhã de ontem em Botucatu. O comerciante Uerinton Rodrigo Mavin passava o final de ano com a família no condomínio Alvorada da Barra, quando desapareceu no rio Tietê.

O Corpo de Bombeiros da cidade foi acionado e encontrou o corpo do jovem no início da tarde de ontem. O afogamento foi registrado no plantão da Polícia Civil da cidade.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros de Botucatu, ele desapareceu por volta das 10h. Ele e a família vieram de Americana passar as festas de final de ano no local. Os bombeiros chegaram ao condomínio, que fica na altura do quilômetro 160 da rodovia Geraldo Pereira de Barros, a SP 191, pouco depois das 11h30 e deram início às buscas. Os dois mergulhadores da corporação localizaram o corpo do rapaz já no fundo do rio.

De acordo com informações dos bombeiros, a vítima tentou pegar uma bola que estava no rio e não conseguiu voltar. O jovem foi a primeira vítima de afogamento neste ano.

De acordo com reportagem publicada no final de 2007 pelo Jornal da Cidade, cerca de 85% dos afogamentos na região de Bauru acontecem no verão. Crianças e adolescentes até 14 anos são as principais vítimas. A média anual na cidade e região é de 8 afogados a cada ano.

Na região, o último afogamento registrado aconteceu na noite de 26 de dezembro. O corpo de Gechonias Scutton, 31 anos, foi encontrado, no dia 28, pelos bombeiros por volta das 9h30, no rio Tietê, em Mineiros do Tietê (65 quilômetros de Bauru). O afogamento ocorreu enquanto o homem freqüentava uma prainha do Condomínio Vale Verde. Scutton estava em um banco de areia, a cerca de 15 metros da margem do rio, e teria caído na água.

O que fazer

As pessoas habilitadas em salvamento usam uma técnica específica para retirar a pessoa da água, agarrando-a por trás e arrastando-a para a beirada da piscina, rio, lago ou lagoa.

Para aqueles que não estão habilitados é bom lembrar que quando a pessoa está se afogando começa a se debater e se agarra à primeira coisa que surgir na frente. As pessoas sem prática ou técnica em salvamento devem lançar mão de algo que flutue para retirar a vítima da água.

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