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Após atentado, jornal adota precaução

Folhapress
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Campinas - Por recomendação das polícias Civil e Militar, a Rede Anhanguera de Comunicação (RAC), que edita o jornal “Correio Popular”, adotou medidas de segurança após o atentado ocorrido na quarta-feira contra a sede da empresa, em Campinas (SP).

Uma granada foi arremessada no prédio da empresa por volta das 21h por três homens. O artefato não explodiu e ninguém ficou ferido. Até agora ninguém havia sido preso.

Desde ontem, os veículos do jornal passaram a circular sem adesivos de identificação, repórteres andam sem crachás e os motoristas não usam mais roupas com a logomarca da empresa.

Além disso, os funcionários foram impedidos de deixar o prédio após as 18h por uma saída lateral, considerada mal iluminada. O policiamento no entorno do prédio foi reforçado, de acordo com a PM. O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaerco), do Ministério Público, vai acompanhar o caso.

Uma das hipóteses investigadas é a suposta ligação entre o atentado e reportagem publicada na quarta que traçou o perfil de um criminoso ligado à facção PCC e que está preso.

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