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Promore precisa de profissionais

Renato Cirino
| Tempo de leitura: 1 min

O Programa de Moradia Econômica (Promore), projeto ligado ao Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), está precisando de engenheiros e arquitetos para recompor seu quadro de colaboradores e, assim, continuar ajudando famílias de baixa renda na elaboração do projeto da casa própria e na execução da construção. Segundo o diretor do Seesp, Marcos Wanderley Ferreira, dos 14 engenheiros e arquitetos que faziam parte da equipe do Promore, nove saíram.

Ferreira disse que o alvo do Seesp são profissionais recém-formados. “O programa proporciona a esse jovem um acompanhamento por profissionais mais experientes. E quando encerra seu ciclo no Promore, ele já tem uma base para o currículo”, afirmou. O pré-requisito para participar do programa é o de já possuir o registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.

O Promore atende famílias de baixa renda, cobrando entre R$ 194,00 e R$ 364,00 pelos serviços de um engenheiro e arquiteto. As construções devem ter até 70 metros quadrados e as ampliações até 30 metros quadrados. “Só a economia de material que o profissional proporciona já é suficiente para pagar seu trabalho”, disse. Os funcionários do Promore fazem o projeto da obra e acompanham a tramitação na Prefeitura.

Serviço

O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo em Bauru fica na rua Domiciano Silva, 6-47. Telefone: (14) 3224-1970/ 3224-1096.

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