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Darwin - evolução comprovada?


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Como médico e cristão criacionista, aproveitando o destaque dado pela mídia à questão da evolução, em comemoração a Charles Darwin, gostaria de tecer alguns comentários sobre este assunto de grande relevância. Vou me ater a algumas questões que embora conhecidas e amplamente polemizadas e debatidas no meio acadêmico, são pouco conhecidas pelo público em geral. A evolução se apóia na crença de que o acaso associado ao tempo (bilhões de anos) possibilitaria “transformações” que permitiriam compostos químicos não vivos originar formas simples de vida, que evoluiriam para formas mais complexas até chegar ao ser humano, tudo direcionado por mecanismos naturais associados à seleção natural e mutações. A palavra evolução também tem sido aplicada a coisas não vivas, e hoje se diz que quase tudo evolui; universo, sistema social, economia etc. No entanto, as três principais formas de evolução são a estelar, a química e a biológica. Na evolução não há espaço para um criador sobrenatural. A teoria evolucionista do Big Bang diz que o nada deu origem a uma singularidade que se expandiu rapidamente e originou bilhões de galáxias com bilhões de estrelas formando assim o universo. Isto é contrário à logica, que prediz que se você tem nada, nada acontece, além de ser contra as leis da física, como por exemplo, a lei da causa e efeito que diz que todo efeito requer uma causa competente que não pode ser menor que ele. Portanto, o universo não pode ser o produto do nada. Citando apenas mais um dentre muitos outros exemplos, as transformações espontâneas resultando em aumento da complexidade do universo, como preconizado pelo modelo do Big Bang, contraria a 2a Lei da Termodinâmica. Se aceitarmos que o universo e tudo que há nele se originou do nada ( e também de lugar algum), por uma questão de lógica somos obrigados a aceitar que o nada ( que não tem mente, moral e nem consciência) criou a razão e a lógica, o entendimento e compreensão, códigos éticos complexos e sistemas legais, um senso de certo e errado, arte, música, drama, comédia, literatura, dança e até mesmo sistemas de crença que incluem DEUS. Com relação à evolução química da vida, a quantidade de informação do genoma humano equivaleria a alguns milhares de livros, cada um com centenas de páginas. O acaso não gera informação. Só a inteligência é capaz de criar e codificar informação. Além disso toda informação tem propósito. Produtos químicos não vivos não poderiam tê-la gerado. A evolução gradual dos seres vivos por longos períodos de tempo proposta por Darwin, jamais foi observada no registro fóssil, onde só se encontram variações dentro da mesma espécie, mas nenhuma forma de transição inquestionável; os chamados “elos perdidos”. A árvore da evolução não passa de um modelo artístico publicitário, cheio de folhas, porém com poucos galhos e sem caule para sustentá-la. Até mesmo a famosa evolução do homem tem seus “elos perdidos” sempre se encaixando em três categorias; macacos extintos, macacos ainda vivos ou meros humanos. Além disso tem sido recheada com muita história de fraudes e erros constrangedores através dos tempos. Ninguém pode jamais dizer que viu alguma vez uma espécie de planta ou animal se transformar em outra espécie. Nem mesmo Darwin viu isso, embora tenha proposto em teoria. A seleção natural ( na natureza) e a seleção artificial ( promovida pelo homem) produzem enorme variedade, mas somente dentro da mesma espécie. E isto apenas tem comprovado um feito impossível; a transformação de uma espécie de criatura em uma espécie diferente de animal ou vegetal . A chamada “barreira da espécie” nunca foi transposta. Tal evolução nunca foi observada. Isto foi pontuado por ninguém menos do que o famoso e midiático professor e biólogo evolucionista Richard Dawkins que declarou confiantemente em uma entrevista que a evolução já foi observada, mas logo depois acrescentou: “ ... apenas ela nunca foi observada acontecendo”. As teorias Darwinianas da pangênese e sobre a abiogênese foram refutadas por Mendel e Pasteur respectivamente. Apesar de montanhas de evidências contrárias, muitos cientistas ainda aderem cegamente ao Darwinismo. Portanto, em 2009 celebramos um homem cujas idéias levantaram muitas questões que infelizmente resultaram em muitas respostas erradas. Hoje, 150 anos após a publicação de 'A Origem das Espécies', a Evolução Darwiniana permanece uma Teoria controversa, cheia de lacunas e deficiências.

O autor, Lourenço A. Zequi, é médico em Bauru e colaborador de Opinião

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