Regional

CPFL nega ‘apagões’ na região

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

A CPFL Paulista declarou ontem que desconhece problemas de fornecimento de energia elétrica para o frigorífico Itabom. O empresário Pedro Poli, dono daquela empresa, reclamou dos serviços prestados pela distribuidora de energia elétrica e declarou que “apagões” estariam causando prejuízos à empresa em Arealva e Itapuí.

Poli disse que a nova unidade de Pederneiras está parada por falta de energia elétrica.

A CPFL declarou por meio de sua assessoria de imprensa que a construção da nova unidade do frigorífico em Pederneiras está parada desde novembro de 2008 porque o engenheiro responsável da própria Itabom não apresentou o projeto para análise da empresa. A distribuidora de energia nega responsabilidade em eventuais atrasos na obra.

Sobre a declaração de Poli de que ocorreu morte de aves por falta de energia em Itapuí, a distribuidora disse que naquele município não há falta de energia há seis meses. “Não existe qualquer pedido de ressarcimento, ou reclamação de frangos mortos, por falta de energia elétrica nas unidades da Itabom”, alegou a empresa.

A CPFL Paulista informou que investiu recentemente R$ 3,8 milhões na nova subestação na cidade, juntamente com mais uma linha de transmissão com 21 quilômetros de extensão.

Sobre “apagões” em Arealva, a CPFL explicou que o frigorífico teve apenas duas faltas de energia nos últimos seis meses. A maior interrupção durou 48 minutos por conta de um poste derrubado por temporal e outra interrupção de apenas quatro minutos. No município, a empresa investirá neste ano cerca de R$ 2,3 milhões na construção de uma nova subestação com 23 quilômetros de linhas de transmissão.

“A empresa estranha a notícia publicada, uma vez que negocia atualmente com diretores do frigorífico a rescisão contratual de fornecimento de energia para unidades que sofreram redução ou interrupção na produção neste ano, e em nenhum momento a qualidade no fornecimento de energia elétrica foi questionada”, declarou a CPFL em nota enviada ao JC.

Comentários

Comentários