Todos os anos, o Dia Internacional da Mulher nos convida à reflexão. Muito se fala sobre a perda da feminilidade diante de tantas conquistas profissionais e de tantas exigências que o mercado de trabalho e a sociedade fazem para essa mulher do século 21. Por isso, temos um coração valente. Apesar de muitas mulheres duvidarem disso, ele está lá, batendo acelerado sempre a nosso favor. No especial deste ano, discutimos, principalmente, a importância do resgate da alma feminina, da essência do ser, do dom da partilha, de encontrar o grande amor da nossa vida... Mas também lembramos dos prazeres da dança, de usar uma lingerie sensual, de cuidar do nosso corpo e da nossa cabeça. E, principalmente, falamos da busca da felicidade e de encontrarmos, cada uma à sua maneira, o melhor modo de exercer o nosso papel de filha, mãe, profissional, companheira, amiga, enfim, mulher. Ter tudo isso não é nada fácil. Mas não precisamos disso tudo. Precisamos ser somente o que queremos ser e não o que esperam de nós. E que tenhamos força para seguir o conselho de Fernando Pessoa: “Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...”
Márcia Duran Editora executiva do JC