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A dança como caminho de volta


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A Escola de Artes das Deusas de Bauru utiliza vivências milenares para resgatar o feminino nas mulheres. A dança está entre elas. Tais movimentos fazem parte do arquétipo feminino.

“Dançamos muito. A dança é uma prática de cognição com o feminino. É uma meditação, sem coreografia, sem nada. Quando a gente fala de dança vai em busca de uma técnica, mas não é isso. É uma conexão com o mundo interno, através dos movimentos e desse mergulho na música”, diz a instrutora da escola Lourdes Pedretti. Mas existem ainda outros meios como a auto-observação e o estudo dos centros energéticos, femininos e masculinos.

Até a maquiagem como ritual de meditação ajuda no processo, informa Lourdes. Durante as aulas, sentadas em círculos e no chão, as participantes ainda aprendem o segredo das cores, roupas e acessórios, que ajudam a despertar diferentes estados internos.

“Esses conhecimentos foram resgatados na Sibéria, na Montanha de Altay, ao norte do Tibé. Tudo as mulheres faziam juntas. Existem pesquisas que compravam que, quando a gente está entre as mulheres, estimula o hormônio feminino chamado ocitocina. Com ele, as mulheres sentem um estado maior de prazer",conclui Lourdes, recém chegada da Índia. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (14) 8118-2424.

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