Tel-Aviv - O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse em pronunciamento transmitido pela TV ontem que seu governo tinha ido até o limite da negociação para conseguir a libertação do soldado Gilad Shalit, sequestrado por milícias palestinas na fronteira de Israel com a faixa de Gaza, em 2006, em uma indicação de que fracassaram os seus últimos esforços para solucionar o caso antes de deixar o cargo.
Ele disse que Israel tinha concordado em soltar centenas de prisioneiros, mas não concordaria em libertar um número ainda maior, como o grupo islâmico Hamas, que controla a faixa de Gaza, tem exigido. Na semana passada, o jornal israelense “Haaretz” informou que o governo de Israel havia concordado em libertar 450 prisioneiros palestinos em troca de Shalit, mas a exigência teria subido para 1.450 prisioneiros anteontem. “Não aceitaremos de nenhuma maneira as condições impostas pelo Hamas”. disse.