O MST e a Via Campesina são, em verdade, a milícia armada do petismo de Lula. É a guerrilha criminosa que não deu certo na década de 60. Desempregados e aproveitadores, usados como massa de manobra em prol da anarquia, são alimentados regiamente pelo governo federal, usando como mote uma teoria embolorada já esquecida nos escaninhos da história, mas que encontra adubo fértil na mente debilóide dos militantes da esquerda brasileira. Reclamam terra e, quanto a tem, reclamam recursos, e quanto os têm, reclamam refinanciamento e, quanto o tem, querem isenção, quando o tem, vendem o lote no mercado paralelo criados por eles e passam a terra adiante. E o ciclo recomeça com invasão em outra fazenda.
Quatro empregados de uma fazenda foram chacinados. Brutalmente perseguidos e assassinados por uma turba do MST, executores de uma não criada “Lei dos Movimentos Sociais”, a “lei da anarquia” que lhes dá o direito ignorar juízes, policiais e propriedade privada. Justiceiros sob o manto da impunidade, esse grupo invade, saqueia, destrói, viola direitos constitucionais da sociedade, aterroriza e, inacreditavelmente, nada acontece. Aliás, acontece sim: recebem mais verbas do governo federal. É o aliciamento mantido para “tempos futuros”.
Em 2006 destruíram dependências do Congresso Nacional, capitaneados pelo “cumpadi” de Lula, Bruno Maranhão. Usinas hidrelétricas, Vale do Rio Doce, Aracruz Celulose, fazendas e empresas que, em verdade, mantém o elevado PIB brasileiro, são suas vítimas habituais. E o governo silencia criminosamente.
Contrariando conquistas tecnológicas, desenvolvimento e ordem social, tais movimentos primam pela brutalidade e incoerência, tentando transformar o Brasil num gulag (fazendão soviético), mantido às custas do Estado. Diante da chacina dos empregados da fazenda, mais uma vez nosso boçal presidente veio mais uma daquelas balelas de “os responsáveis serão punidos, doa a quem doer”. Que o digam as viúvas e órfãos.
Ivan Garcia Goffi - advogado