Agradecemos ao sr. João Luiz Borges pela valiosa observação sobre o assunto acima, em carta publicada em 15/03, quando se refere à “floresta” existente na “Praça dos Escoteiros”, cujo nome correto é Praça Guaracy Grillo, no Jardim América. Como integrante do Grupo Escoteiro “Tiradentes”, situado ao lado da Praça Guaracy Grillo, que fica entre as ruas Moysés Leme da Silva, Armando Pieroni e Bartolomeu de Gusmão, no Jardim América, mais conhecida como Praça dos Escoteiros, devo dizer que a praça é preocupação constante dos pais dos jovens escoteiros e lobinhos.
Já fizemos alguns mutirões para limpeza dela, com ajuda de alguns pais. Por algumas vezes, contratamos pessoas especializadas, arcando com as despesas, pois aquele espaço é muito valioso para as atividades de nossos jovens aos sábados, assim como para os moradores daquela região residentes nos prédios ali localizados, que gostam de levar suas crianças e seus idosos para tomarem ar e sol.
Mas não temos equipamentos adequados para a manutenção periódica de toda a extensão da praça, nem tempo suficiente, pois os escoteiros são como todos os jovens, que freqüentam suas escolas durante toda a semana, assim como seus pais, que trabalham em suas profissões. Nossas atividades de formação se restringem a apenas 3 horas semanais. Por conta do abandono da praça, ela é freqüentada por pessoas mal intencionadas e usuários de drogas. Não podemos afirmar que foram esses elementos que arrombaram as instalações de nossa Sede e nos causaram muito prejuízo, mas o mato alto que encobre os bancos afasta as pessoas do Bem e favorece as tentações para o mal.
Em fevereiro deste ano, alguns pais fizeram uma capinação em um dos quadrantes da praça, mas o capim já cresceu bastante. Estamos com um pedido protocolado no Poupa Tempo, encaminhado à Prefeitura (Processo 10330/2009) e aguardamos ansiosamente pelas providências, como capinação , retirada dos entulhos e reparo dos passeios, que estão bastante danificados pela existência de grandes formigueiros de saúvas e pelas touceiras de capim colonião e braquiária.
Como sonhar é de graça, temos um sonho antigo de poder “adotar” aquela praça, com algumas condições como: 1 - instalação, pela prefeitura de uma fonte de energia elétrica e uma torneira (com a devida proteção para que esses bens não sejam desperdiçados por pessoas sem consciência ambiental); 2 – que os moradores do entorno da praça concordem em fazer uma “vaquinha” (não para comer o capim), mas para cobrir as despesas com a manutenção da “nossa” praça: adubos, retirada dos formigueiros, manutenção dos bancos etc. Não é um sonho tão impossível assim, vocês concordam? Grata pela publicação!
Zoraide Donaire Pereira Grassi - RG 3.008.553