A competição entre os seres vivos sempre esteve presente na história do Planeta Terra. Com o surgimento do homem, a situação não se alterou muito, já que não conseguimos nos livrar da ideia de que para sobreviver devemos entrar no “jogo da vida”, onde a regra é: cada um por si.
Ensinam-nos que estamos sozinhos nessa vida e que para vencer, devemos sofrer, lutar, superar obstáculos e passar por cima dos que estão no nosso caminho. Essa educação, envolvida em uma cultura capitalista, nos transformou em meros seres consumistas e hipócritas.
É evidente que esse sistema econômico vigente está relacionado ao modo como as pessoas enxergam o mundo, ou seja, de uma maneira materialista e competitiva. Dessa forma, buscar objetivos cada vez maiores e envolvidos em ambições, trapaças, mentiras e deslealdades se tornou rotina de grande parte das pessoas.
As consequências para as gerações futuras são ainda mais graves, pois o que se observa é uma crescente desumanização, descaso, insensibilidade e principalmente egoísmo entre as pessoas.
O questionamento, o equilíbrio físico em mental e as relações pessoais afetivas são algumas das maneiras para buscar um melhor sentido para a vida. Não sofremos apenas por não alcançar o sucesso, mas sim por questões que para o homem, ser cheio de imperfeições, parece difícil de se resolver.
Giuliana Paschoal Rodrigues Garcia