• Cuidadores de idosos
O Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP prorrogou para o próximo dia 27 as inscrições para o curso de capacitação para cuidadores de idosos. O curso tem duração de nove meses, com previsão de início no dia 8 e término em 12 de dezembro deste ano. O valor total do curso é R$ 450,00 (taxa de inscrição de R$ 50,00 mais oito parcelas mensais de R$ 50,00). A carga horária é de 120 horas, com aulas quinzenais aos sábados de manhã. As inscrições podem ser feitas no próprio departamento, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Mais informações: (14) 3235- 8332.
• Os mistérios do cheiro
Nem é preciso estar diante do forno para saber qual a sobremesa do jantar. Da massa da torta se desprendem moléculas de odor que se espalham pelo ar, penetram nas narinas e atingem um grupo especial de células na porção mais interna do nariz, próximo à base do crânio, disparando mensagens químicas que permitem ao cérebro decifrar o sabor da torta: maçã, com um toque de canela. O olfato e o prazer Sem olfato não há prazer em comer: o repertório da língua se limita a salgado, doce, amargo, azedo e umami - o sabor do monoglutamato de sódio, o aji-no-moto. A capacidade de perceber aromas é o que dá sentido aos temperos e ervas aromáticas e que permite distinguir entre um suco de laranja e um de abacaxi.
• Bioquímica
Nos últimos anos começou-se a conhecer com mais detalhes como o sistema olfativo decifra os odores e permite, por exemplo, que se distinga, apenas pelo aroma, uma rosa de um jasmim ou um copo de leite bom de outro estragado. Parte dessas descobertas se deve ao trabalho da bioquímica Bettina Malnic, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP).
• Código
Nos últimos anos Bettina decifrou o que se pode chamar de código dos cheiros, ou seja, como as diferentes moléculas de odor interagem com os neurônios e disparam as informações que serão interpretadas pelo cérebro, permitindo aos seres humanos distinguir um repertório com milhares de odores. Ela descobriu que cada molécula de odor se encaixa em mais de um tipo de proteína na superfície dos neurônios do fundo do nariz.
• Estrelas
É como se cada molécula de odor fosse uma minúscula estrela em que nem todas as pontas são iguais - e cada ponta diferente tem afinidade com um receptor. Cada receptor, por sua vez, pode receber estrelas com composições distintas, desde que ao menos uma das pontas tenha as características necessárias para se encaixar nele.
• Sistema nervoso
Essa constatação levou a pesquisadora a concluir que o sistema nervoso reconhece cada molécula pelo conjunto de receptores específicos em que ela se encaixa, e não por um único deles. O código por combinações aumenta em muito o repertório do faro humano.
As informações são da Agência Fapesp.
• Tuberculose 1
24 de março é o Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Com alta incidência no Brasil e o mundo, a doença ocupa o quarto lugar entre as mortes por doenças infecciosas e é uma das dez causas mais freqüentes de internação no País. Tem como principais sintomas a tosse persistente por mais de três semanas, febre geralmente baixa no final da tarde, sudorese intensa principalmente à noite e perda de peso. Apesar dos números expressivos no país, o diagnóstico é feito pelo exame de escarro, um método simples, barato e disponível em território nacional.
• Tuberculose 2
A Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) investe continuamente no apoio aos pacientes com tuberculose, doença que faz cerca de 90 mil vítimas todos os anos no Brasil. Medidas preventivas e tratamento adequado são fundamentais para evitar que a doença se alastre, pois cada portador pode contaminar até dez pessoas ao ano.
• Mais riscos de resfriado 1
Pessoas que dormem menos de sete horas por noite têm risco três vezes maior de desenvolver doenças respiratórias após terem contraído resfriado do que aqueles com oito horas ou mais de sono. A afirmação é de um estudo publicado recentemente em edição dos “Archives of Internal Medicine”. Estudos anteriores apontaram, entre outras relações, que a privação de sono afeta determinadas funções imunes e que indivíduos que dormem bem têm menores taxas de problemas cardíacos. Mas havia pouca evidência direta de que a falta de sono poderia estar associada com a menor resistência a contrair gripes e resfriados.
• Mais riscos de resfriado 2
Sheldon Cohen, da Universidade Carnegie Mellon, e colegas analisaram 153 homens e mulheres saudáveis, com idade média de 37 anos, entre 2000 e 2004. Cada participante foi avaliado diariamente durante um período de duas semanas, de modo a verificar quantas horas dormiam por noite, qual a porcentagem do tempo passado na cama correspondeu ao período dormido (eficiência do sono) e se sentiam descansados pela manhã. Os voluntários foram colocados em quarentena e receberam doses nasais contendo um vírus causador do resfriado comum. Nos cinco dias seguintes, os participantes descreveram sinais e sintomas da doença e tiverem amostras do muco nasal colhidas para análise. Cerca de um mês depois, passaram por uma coleta de sangue para o teste de respostas de anticorpos contra a infecção promovida pelo vírus.