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Formigas aprenderam a separar o lixo para evitar a contaminação


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A separação do lixo nas colônias é creditada à evolução das formigas, segundo o professor. “Nesses milhões de anos, elas aprenderam a separar o lixo, para não se contaminar com os microorganismos. Até a câmara de lixo é diferenciada, tem forma de gota para facilitar. Elas chegam na extremidade mais alta e jogam o lixo. Não entram em contato com ele. Jogam de cima e ele se deposita embaixo. Só tem uma interligação com o ninho que é usada para o transporte do lixo.”

As saúvas, na opinião de Forti, são muito higiênicas. “Tudo o que já foi usado, elas descartam nas câmaras chamadas de lixeiras por analogia. Como o homem faz. Até o fungo já utilizado, de onde elas não conseguem mais extrair o que necessitam são separados e transportados para as lixeiras.”

Como as formigas não têm cemitérios, formigas adultas e larvas sem vida, também vão para a lixeira.

Diferentemente do lixo dos humanos, os restos das colônias são basicamente matéria orgânica, mistura de vegetal com pouca quantidade animal, avisa o pesquisador.

“Esse lixo como é matéria orgânica funciona como esterco, adubo natural para as plantas. O lixo fica enterrado no solo, são câmaras que são diferenciadas nas diversas espécies de saúva, eu chego lá, a câmara de lixo é fácil de identificar porque ela não é redonda como as demais, semelhante a uma gota. O lixo não é tóxico, mas para elas pode ser que sim”, disse o especialista.

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