Buenos Aires - Centenas de pessoas foram ontem à sede do Parlamento argentino, em Buenos Aires, onde foi sendo velado até a noite de ontem o ex-presidente Raúl Alfonsín (1983-1989), que morreu ontem vítima de uma pneumonia agravada por um câncer pulmonar.
Alfonsín, primeiro presidente argentino civil após o regime militar e apontado como defensor dos direitos humanos. Em meio a aplausos, o caixão do ex-presidente foi levado por uma guarda do Corpo de Granadeiros, regimento histórico do Exército argentino, e levado até um salão do Senado onde que o público pode entrar até as 20h. O corpo de Alfonsín será enterrado hoje em um panteão de seu partido, União Cívica Radical, no cemitério de Recoleta, na capital argentina.